Tag Archives: the gay men project

Alden, Creative Vagabond, New York City

photo by Kevin Truong

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Alden, in his own words: “My experience as a gay man has been such an evolution that I’m not sure I can define it in any way that would leave me satisfied. At times it hasn’t played a role in my life (to my knowledge) and like many I tried to suppress it’s role for quite a while. I began coming out when I was asked by a new friend just after I had graduated college and moved to Boston if I was straight or gay, and I decided to be honest. It took quite a while to fully come out. The most important people I came out to were my parents and I did this in a thank you note on my birthday just last year (in 2011). I thanked them for giving me the opportunities they have, and the privileges, and dropped the ‘I’m gay’ at the end hoping it would be as casual as ‘best regards’.

At that point I had mentally come so far that it was casual, it had become just another facet . . . not a defining aspect. I think it’s somewhere in the middle of these(a defining facet perhaps?). Most of the challenges I’ve experienced have been with myself I’d say. I stood in my own way for a long time before coming out, and dragged my feet a bit in finally doing so. Now that I am out and living New York my experience has been interesting. It’s easy to find yourself falling at different points on the litmus test of ‘straight’ to ‘gay’ scenes depending on what kind of evening you’re looking for, and my experience has led me to nights out with friends in gay bars, and straight alike. I’m only on my 6th month here, so I’m looking positively toward my future more easily than reflecting on my recent past.”

Any of My Visitors Speak Portuguese?

I found this cool essay, in which my project is mentioned. But it’s in Portuguese, so I had to use Google to translate 😉 Thanks to whoever posted this! xoxo kev

“Pra comemorar 500 postagens sou gratamente forçado a reproduzir aqui o texto do Miguel, amigo do João, que indica um site/blog muito do supimpa!!


A net está cheia de representações da masculinidade homossexual. Na maior parte dos casos, na enormíssima parte dos casos, isso equipara-se a fotografias de gajos nus muito carregadas eroticamente (deixemos de fora a pornografia pura e dura, cuja circulação e disponibilidade, segundo alguns mal-intencionados, foi a verdadeira razão para qual a internet foi inventada!)

A questão é que, em rigor, a construção desse imaginário homo-erótico deve muito pouco à representação da homossexualidade masculina, e eu até me atreveria a dizer que é, em grande parte, vincadamente heterosexual, ainda que dirigido à fantasia, e à líbido, dos homossexuais.

Não me esqueço de que há toda uma imagética ligada directamente a diversos estilos de vida (ou culturas) tipica ou exclusivamente gays; estou-me a lembrar, por exemplo, da cultura bear e dos seus códigos visuais (ainda que, mesmo neste caso, não ande longe de certos imaginários predominantemente heterossexuais, como por exemplo o dos motards). Mas o ponto é que não há site pessoal ou blog que não esteja cheio de fotografias mais ou menos ‘sexys’ (atenção às aspas) de modelos e modelitos, de corpos irrepreensíveis e dirigidos a variados paladares, que constituem, digamos assim, o denominador comum (mínimo ou máximo, será questão de perspectiva) entre delírios gays de todas as idades e fantasias femininas de pendor mais ou menos adolescente.

Onde eu quero chegar é que não são afinal nada frequentes os lugares da net que apresentam representações da masculinidade que sejam especificamente homossexuais (ou gays, ou queers, ou o que se quiser), e nos quais a sexualidade não se esgote no seu apelo mais ou menos erótico, mas que aposte no carácter identitário dessas representações.

São todas estas reflexões que (me) sugerem o extraordinário trabalho do Kevin Truong no seu site/blog The Gay Men Project (link: thegaymenproject.com), que se apresenta como ‘the visual catalog of gay men across the world’. No site, o Kevin Truong fotografa homens gays (originalmente nas suas casas ou espaços de trabalho, mas depois o projecto alargou-se a outros sets) e apresenta pequenos depoimentos dos fotografados acerca das suas experiências enquanto homossexuais. Vale a pena conhecer o site, e é obrigatório visitá-lo frequentemente.

Ainda que seja para concluir, como me parece ser o caso (e ainda bem), que essas representações não traduzem, afinal, um mundo aparte, e que a resposta à questão “com que se parece um gay?”, só possa ser “com uma pessoa qualquer”.

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